Livro: Whitney Houston! – Mark Bego

♫♪ And I… Will always love you. I will always love you… – Imortalizada na voz de Whitney Houston, a canção de Dolly Parton nunca mais vai ser cantada como Whitney cantou. Nossa, e como sua voz deixa saudade.

Assim que vi na livraria “Whitney Houston! A Espetacular Ascensão e o Trágico Declínio da Mulher Cuja Voz Inspirou uma Geração” biografia não oficial escrita por Mark Bego, não pude deixar de comprar. O livro segue cronologicamente tudo o que aconteceu na vida da cantora antes mesmo dela nascer.

Biografia: Whitney HoustonFiquei triste logo no prólogo, parte que narra como Whitney foi encontrada morta. Deixei o livro em meu criado mudo e por lá ele ficou umas 2 semanas, não sentia vontade de lê-lo. Quando ouvi sua música “Step By Step” tocando no rádio, era o momento certo! rs
Devorei o livro em 3 leituras.

Mark Bego juntou as resenhas e criticas sobre os álbuns  filmes e charts, juntou com diversas coletâneas de entrevistas e performances de Whitney  e criou sua nova biografia. Pensei que o livro seria mais rico de detalhes, para quem acompanhou a carreira da cantora o livro não tras novidade. Para quem quer saber como essa lenda da música norte-americana nasceu e tornou-se a Diva da música pop, eis o livro certo.

Engraçado como o tempo muda as lembranças que as pessoas têm de seus heróis. Quando pensamos em Elvis Presley, em primeiro lugar nos recordamos do jovem e empolgado cantor de rock & roll. Quando pensamos em Marilyn Monroe, instantaneamente a vislumbramos com aquele vestido branco sobre a saída de ar do metrô. Quando pensamos em Billie Holiday, pensamos nela com uma gardenia presa a seu cabelo, cantando num clube noturno esfumaçado. Quando pensamos em Michael Jackson, tendemos a lembrar dele em seu videoclipe “Billie Jean”. Agora estamos prestes a descobrir como lembraremos de Whitney Houston.Mark Bego

Eu sei como me lembrar de Whitney Houston, ela foi A VOZ! Ainda fico um pouco triste quando ouço suas músicas mas logo passa, e fico agradecido pela dádiva que ela deixou para nós, uma incrível obra prima da música que deve ser sempre celebrada. We love Whitney, rest in peace.


(Celebrate – Última música gravada por Whitney Houston em dueto de Jordin Sparks antes de morrer em 11 de fevereiro de 2012)

Margaret Thatcher, Marilyn Monroe e Edith Piaf… Mulheres Icónicas

Não foi intensional, mas nessa última semana acabei assistindo grandes filmes que contavam um pouco da historia de vida de 3 mulheres icónicas, uma americana, uma britânica e outra francesa. Cada uma com sua supra importância em distintos seguimentos: Politica, arte cênicas e música.

Para começar, A Dama De Ferro (The Iron Lady), com Meryl Strepp que ganhou o Oscar 2012 pela sua magnifica atuação. O filme mostra uma Margaret Thatcher que vive de seus sonhos passados e da constante lembrança (ou delirios) de seu falecido marido.

Hoje com 86 anos de idade e com uma saúde mental frágilizada devido aos diversos derrames que aconteceu após deixar o poder, Margaret foi a única premiê britânica do sexo feminino, eleita em 1979 e obrigada, às lágrimas, a deixar o cargo em 1990, depois de perder o apoio de seu gabinete. Ganhou o apelido de “Dama de Ferro” por ser energica em suas posições e ao mesmo tempo que foi reverenciada, foi considerada uma vilã pelos sindicatos trabalhistas.

A escolha de Meryl Strepp para o papel foi perfeita, ninguém melhor para assumir o tamanho e a personalidade de Margaret T., ícone britânico.

Falando em ícone norte-americano, ninguém melhor do que a musa Marilyn Monroe para se encaixar nele. No filme Sete Dias Com Marilyn (My Week with Marilyn) a história é contada pela visão de Colin Clark, terceiro assistente que trabalhou e teve um pequeno flerte com Marilyn durante a produção de “The Prince and the Showgirl, em Londres.

O filme baseado em fatos reais, descreve bem a intensa relação entre Laurence Oliver (cineasta e ator), com a musa Marilyn, essa retratada como uma mulher insegura, frágil e até certo ponto mimada demais por sua equipe.

A linda Michelle Williams dá vida a um dos maiores mitos do século XX com maestria, assim como descreveu a revista Vanity Fair: Michelle Williams esta impecável, brilhante e emocionante…
Realmente Michelle esta tudo isso, mas não posso dizer que esse foi um dos seus melhores trabalhos, mas valeu a indicação de melhor atriz no Oscar 2012.

Piaf: Um Hino de Amor (La Môme), esse filme dispensa qualquer dissertação, todo mundo têm que assistir. Não pelo ícone frances que Edith Piaf foi, e sim pela sua história de vida e a lição que deveria ser passada à frente por todos nós: precisamos e vivemos de amor.

Algumas pessoas são abençoadas em sua carreira e trajetória de vida, no caso de Piaf posso dizer que a vida deu-lhe uma trégua. Edith Giovanna Gassion desde pequena esteve cercada de problemas, dos 3 aos 7 anos ficou sem enxergar, foi criada em um bordel por sua vó paterna, e depois entre circos por seu pai. Cantou em muita sarjeta e foi dependente química e do álcool em sua juventude, nesse periodo surgiu uma oportunidade de cantar em um cabaret aonde seu tudor lhe deu o nome de Piaf (pardal em francês), por se lembrar do canto do pássaro toda vez que ouvia Edith cantar. Seu brilho foi crescendo, sua postura de palco foi sendo lapidada, até que começou fazer sucesso em toda Europa e depois EUA.

O longa mostra desde sua infância até seu leito de morte, e é conduzido pela estonteante Marion Cotillard que ganhou o Oscar 2008 de melhor atriz pela atuação nesse papel. É um filme singular, emocionante e com certeza uma cinebiografia perfeita de Piaf. Vale à pena conferir.

Glee, Smash & The Walking Dead… As Séries do Momento.

Nesse fim de semana resolvi colocar em dia algumas séries que estão causando um certo “burburinho” nas redes socias, e não me desapontei! Comecei assistindo a série Smash, o novo concorrente do Glee. Se a aposta dos criadores seria um musical adulto, com conflitos reais e músicas originais, pelo que foi mostrado no episódio pilot a série vai ser um sucesso. Além do alto investimento, um dos produtores é o diretor Steven Spielberg.

Nada de grupo juvenil ou cheeleader, a história tem como tema central a criação de um musical para a Broadway contando a historia da musa americana, Marilyn Monroe. Uma das protganistas é a vice campeã do American Idol, Katharine McPhee e o elenco é forte e conta com Jack Davemport (Flash Forward),  Anjelica Huston (Família Adams) e a adoravel Debra Messing (Will & Grace). Eu já estou ansioso pelo começo da série!

Criei coragem e comecei a assistir também The Walking Dead (claro, junto com meu irmão). Antes de mais nada, detesto e tenho pavor de qualquer filme que tenha morto-vivo ou zumbis (como preferir) e até que estou gostando. Além de sentir um pouco de “pavor” eu fico ansioso e apreensivo de como vai ser o desfecho de cada episodio, e como a série é bem amarrada, ela sempre termina deixando um gostinho de “quero mais”, tanto que assisti a 1ª Temporada e mais da metade da  em apenas 1 dia!

A série lembra um pouco o game/filme Resident Evil, mas nada de zumbis alienígenas, os “errantes” ou “andarilhos” como são chamados, são seres humanos (agora mortos) infectados (até aonde assisti não foi encontrada a causa) que renasceram com fome e sede de outros seres vivos, um apocalipse zumbi! Os poucos vivos que existem lutam pela sua existência. O clima tá tenso e eu estou adorando! rs

E o Glee?! Já foi o meu xodô, mas hoje o que tenta salvar a série são as músicas e os novos arranjos (que nem sempre acontece), pois o tema juvenil, os conflitos, anseios e desejos já estão tão batidos que ficou secundario. Quem sabe com a entrada do porto-riquenho Ricky Martin, a série entre nos eixos. Ah! O novo especial do Glee, um tributo ao Rei do Pop, Michael Jackson, pode ser também a publicidade que a série estava precisando. Para esse episódio não vamos precisar esperar tanto, ele passa amanhã nos EUA e promete ter 2h de duração. Vamos conferir!

Fotos: Reprodução