Madonna e Sua Nova Tournê… MDNA Tour 2012!

Madonna - MDNA Tour 2012Todos aqui sabem que sou super fã da rainha do pop, admiro seu poder de reinvenção e como ela trilha sua longa estrada no mundo da música. Sua nova tour é sinonimo de sucesso e foi “Sold Out” em diversos países, aqui no Brasil o número de público não fez feio, 58 mil pessoas, mas poderia ser bem melhor. Motivos tivemos de sobra: altos valores dos ingressos e o grande número de shows internacionais.

Mas nada disso importa agora, o que vale mesmo é a experiência de estar em um show do porte da MDNA Tour! O palco é simplesmente um monstro e ele dança conforme a música, não deixa de ser um dos dançarinos do show. Essa tour não têm a leveza e o astral da Sticky Sweet Tour, é um show escuro e em alguns momentos meio mórbido. O primeiro bloco, o Trangression, aonde Madonna começa pedindo perdão a Deus e mostra todos os símbolos religiosos já usados anteriormente deixa evidente que a rainha não se arrependeu de nada que fez em sua carreira. A música que menos gosto no álbum, Gang Bang, é tão forte ao vivo que ela não sai da minha cabeça até agora, na minha opinião foi o climax do primeiro bloco (tirando Girl Gone Wild, claro).

O segundo bloco, intitulado Prophecy, não teria melhor nome. A principal mensagem que Madonna passa neste bloco é exatamente o que ele representa. Se você luta, ama e é inteligente o suficiente para fazer arte, você sempre será coerente, capaz e verdadeira em seu trabalho. E já começa dando um tapa de luva de pelica em Lady Gaga na canção Express Yourself, aonde ela faz menções de Born This Way, e no telão fica um monstro comendo latinhas, tadinha da Mother Monster. O climax desse bloco foi a morna Give Me All Your Luvin, eu estava quase achando que iria sair um baterista do meu lado, eles estavam saindo de tudo que era canto, até do teto!

O bloco Masculine/Femine já vale por ter Vogue e Candy Shop juntas! Infelizmente ela cortou duas músicas desse bloco, Like A Virgin e Love Spent, o real motivo nunca vamos saber, alguns dizem ser pela nova lei de SP para que os eventos (shows) acabem antes da meia-noite (simples, era só ela ter começado no horario certinho). E o último bloco, intitulado de Redemption abre com uma interlude de Nobody Knows Me de tirar o fôlego. Madonna surge vestida de Joana D’arc pronta para incendiar o Morumbi, o climax desse bloco foi a poderosa Like A Prayer.

Minha conclusão final… Achei a Madonna um pouco cansada, o público estava meio morno, em algumas músicas ela dizia para fazermos melhor que o Rio (pelo visto não estávamos conseguindo). Infelizmente não foi melhor que a Sticky Sweet Tour, é um bom show e tenho certeza que vou curti-lo mais ainda em DVD. Se eu voltaria novamente? Só se for no Golden Triangle.

There’s only one queen, and that’s MadonnaBitch!

Foto: Divulgação

Jukebox

Vamos falar de música!? Dessa vez as vozes femininas dominaram as paradas musicais e minha biblioteca do iTunes! Faz um tempo que não compartilho o que estou ouvindo, vide os post anteriores (Jukebox 01; 02; 03). Alguns dos álbuns que vou comentar estarei ouvindo pela primeira assim conforme vou ouvindo, portanto, posso mudar um pouco de opinião caso não goste do lançamento. E quando digo lançamento, é lançamento mesmo, como o álbum novo da P!nk!

P!nk – The Truth About Love: Ela demorou um pouco para voltar para o cenário musical mas voltou com gás total! Pop/Rock de primeira linha com letras fortes. A faixa que abre o álbum é uma das melhores, “Are We All We Are“. O que me surpreendeu foi excesso de baladas, lindas baladas românticas, para os apaixonados será um dos melhores CD do ano. Pontos altos do álbum: Try; Just Give Me A Reason; Beam Me Up; The Great Escape.

Cheryl Cole – A Million Lights (Deluxe Version): Uma das integrantes da girl band, Girls Aloud,  aventurou-se em carreira solo e deu certo. No seu terceiro álbum e com participações especiais de Will.i.am e Wretch 32 a britânica mostra que têm potencial para filar um espaço entre as “Divas Pop” do momento, mas vai ter que comer um pouquinho de feijão ainda. Entre o Dance/Pop/Balads as que se salvam são (álbum mediano): Call My Name; Ghetto Baby; Sexy Den a Mutha; Last One Standing; One Thousand; Telescope.

Melanie C – Stages: O novo projeto, o sexto álbum de estúdio da Sporty Spice, que foi produzido pela própria através de seu selo independente, é um álbum especial, são regravações de alguns clássicos do teatro musical. Lindo! Lindo! Lindo! Eu adoro musicais! A faixa “I Know Him So Well” com participação da Emma Bunton (sua parceira na girl band, Spice Girls) ficou tão linda que fico arrepiado todas as vezes que ouso. Não tem como não se emocionar com “I Don’t Know How To Love Him“, “Both Sides Now“, “Tell Me It’s Not True” e lembrar de imediato da Cameron Diaz na “I Just Don’t Know What To Do With Myself” no filme “O Casamento do Meu Melhor Amigo“.

Agnes – Veritas: Prontos para cair na pista de dança com o novo álbum da Agnes?! Não vai ser dessa vez, mas vamos dançar um pouquinho sim. rs
Esperava um pouco mais desse CD comparando ao seu antecessor, é um álbum morno. As mais dançantes são: Amazing; Loaded; Got Me Good; Into The Sun.
As que são um pouco mais lentas, são: All I Want Is You; Walk Out Of Here; One Last Time; Watching It Burn.

Nelly Furtado – The Spirit Indestructible: Sou viciado nessa garota! Gosto do estilo, gosto da batida, gosto do timbre de sua voz. Ela consegue cantar qualquer tipo de música, tudo soa bom saindo de sua voz. O seu novo álbum não poderia ser diferente, depois do estrondo de Loose, seu último e melhor álbum em inglês, Nelly tenta resgatar a garota de “Whoa Nelly“. “The Spirit Indestructible” não chega superar “Loose“, mas não é um CD ruim. As melhores: Spirit Indestructible; Big Hoops (Bigger The Better); Waiting For The Night; Miracles.

Fotos: Divulgação